BÍBLIA E CULTO: PREVENÇÃO E ALENTO NAS TRAGÉDIAS

“Porque de Deus somos cooperadores; lavoura de Deus, edifício de Deus sois vós.” [1 Coríntios 3.9]
 
Guerras, rumores de guerras, nuvens radioativas, tsunamis, catástrofes... A vida segue um curso estranho. Desastres acontecem, sempre aconteceram e acontecerão. No passado uma calamidade somente era conhecida pelas pessoas ligadas a ela. Atualmente, com o avanço dos meios de comunicação, as informações sobre tais ocorrências são veiculadas para o mundo todo. 
 
Não bastassem as tragédias pessoais de cada dia, a estas são agregados os dramas do planeta inteiro. Os dilemas de cada um/a acabam doendo e incomodando mais do que outrora. Para piorar, o individualismo democratizado força as pessoas a zelarem exclusivamente pelos seus sofrimentos. Elas ficam cegas a ponto de não verem as suas contribuições para a concretização ou agravamento do caos: poluem, destroem, exploram, abusam e descartam.
 
Não obstante, Deus levantou um povo capaz de frear os vários patrocinadores da morte e da desordem planetárias. Trata-se do povo cristão. Aquele que se relaciona com Deus Pai, é discípulo de Jesus Cristo e cheio do Espírito Santo. Esta gente de propriedade exclusiva do Senhor foi chamada a abençoar todas as populações da terra, administrar bem o Jardim e amar o semelhante para a glória do Altíssimo. 
 
Pelo que se lê nas Escrituras a cristandade demonstra em sua espiritualidade uma forma de ser e agir que reflete Aquele que a chamou das trevas para sua maravilhosa luz. A maneira como ela se relaciona com Deus, estuda a Bíblia e cultua ao Senhor se concretizam no seu compromisso com os/as semelhantes e sociedades. Resumindo, a vida de cada cristão/ã é um farol para pessoas que habitam em trevas.
 
Em oposição àqueles/as que se lançaram ao discipulado cristão, há homens/mulheres que se desviaram do Caminho. Estes/as alimentam-se de si mesmos/as; embriagam-se e extasiam-se com suas alegrias e sofrimentos como se fossem o centro ou o fim de tudo; cultuam seus cultos e celebram uma Bíblia que as serve; mas não assumem que para o/a discípulo/a “o viver é Cristo e o morrer é lucro”. 
 
Verdade seja dita: se fossem mais de Jesus Cristo e menos de si mesmos/as e de uma religiosidade falsamente chamada “cristã” muita coisa seria diferente. Apesar de tudo, este quadro pode ser revertido, há solução, existe esperança. E para que isso se concretize é imprescindível voltar cuidadosamente os olhos e o coração para a Escritura. Através dela se conhece a Palavra que areja, transforma, anima, fortalece, acalenta e motiva.
 
Aprende-se na Bíblia sobre o relacionamento com Deus e como cultuá-lo em espírito e em verdade. Nota-se que cultuar ao Senhor dentro ou fora do templo é urgente. À medida que o/a cristão/ã se lança ao estudo profundo das Escrituras, a Palavra é arraigada no fundo do peito e o culto brota de um interior cheio de Deus. O mundo inteiro nota, a vida é gradativamente transformada e as trevas são dissipadas. Agem para si e para além de si em honra Daquele que os libertou, salvou e preparou-lhes lugar na eternidade.
 
Se você quer saber mais como integrar este povo que pensa e age conforme o Evangelho, Deus lhe convida a se aproximar, ler e estudar a Bíblia. O Senhor lhe garante que em meio aos desastres da vida Ele não lhe faltará. Além disso, você será agente de transformação no mundo de modo que muitos desastres serão evitados ou amenizados. Que tal começar agora a mudança estudando as Escrituras através das lições das Revistas de Escola Dominical? 
 
Permaneça no Caminho e aprofunde-se no conhecimento da Palavra a fim de que toda a sua existência seja um culto ao Senhor.
 
No doce amor de Cristo,
Pr. Edemir Antunes


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