Origem do Metodismo

O século XVIII na Inglaterra foi marcado por grandes transformações sociais originadas da Revolução Industrial. Era a transição entre o feudalismo e o capitalismo, a substituição da manufatura pela maquinofatura. Na busca por maiores lucros, a burguesia industrial explorava as milhares de pessoas que deixavam a zona rural para trabalharem na cidade. Os operários trabalhavam durante longas horas e recebiam apenas o suficiente para sobreviverem. Foi neste c

O século XVIII na Inglaterra foi marcado por grandes transformações sociais originadas da Revolução Industrial. Era a transição entre o feudalismo e o capitalismo, a substituição da manufatura pela maquinofatura. Na busca por maiores lucros, a burguesia industrial explorava as milhares de pessoas que deixavam a zona rural para trabalharem na cidade. Os operários trabalhavam durante longas horas e recebiam apenas o suficiente para sobreviverem.

Foi neste contexto, que John Wesley (foto), pastor da Igreja Anglicana, (principal da Inglaterra, na época) juntamente com seu irmão Charles Wesley e outros amigos se reuniam na Universidade de Oxford formando o “Clube Santo”. Orando e jejuando, este pequeno grupo resolveu buscar em Deus a solução para os problemas que aconteciam no país. Como suas reuniões de oração e seus devocionais bíblicos tinham métodos e horários rigidamente seguidos, passaram a ser chamados de Metodistas.
No dia 24 de maio de 1738 em uma reunião de oração, John Wesley teve uma profunda experiência com Deus, sentiu seu coração “estranhamente aquecido” pelo poder do Espírito Santo. A partir daí, teve a certeza do perdão, da salvação e aceitação de Deus por sua vida. Isso passou a ser o centro de suas pregações, a salvação pela fé em Cristo, o que promoveu um movimento de renovação espiritual, o qual chamava os cristãos a praticarem sua fé, desencadeando também uma mudança na realidade social e política daquele país.

A impossibilidade de Wesley pregar em um templo da igreja oficial fez com que nas ruas as pessoas ouvissem a mensagem do evangelho de Cristo. A santidade bíblica e a prática da fé foram alguns dos pilares do nascente metodismo. Cuidavam das famílias pobres, visitavam tanto enfermos como prisioneiros, alfabetizavam as crianças, entre outros programas que iam além do assistencialismo, mas criam na santidade a partir do encontro com o próximo, o propósito era imitar a Jesus.

Os Metodistas no Brasil

Com a estruturação e expansão da Igreja Metodista, no ano de 1835 chegaram ao Brasil os primeiros missionários norte-americanos, Justin Spaulding e o reverendo Daniel Kidder. Mas o trabalho missionário foi interrompido durante a guerra civil norte-americana, tendo continuado a partir do ano de 1867 com os missionários reverendos Junius Newman e John James Ramson, o primeiro obreiro que dedicou-se a aprender o português e a proclamar as boas-novas aos brasileiros. O primeiro salão de culto - antes era uma venda - uma casa pequena, coberta de sapé e de chão batido. A primeira Igreja Metodista do Brasil foi a do Catete, no Rio de Janeiro, fundada em 1878.
 
Em 2 de setembro de 1930 a Igreja Metodista do Brasil proclamou sua autonomia - passou a administrar os seus interesses sem a interferência da Igreja Norte-Americana, e a fazer parte do Conselho Mundial do Metodismo. 
Atualmente, a Igreja Metodista está subdividida administrativamente em oito regiões eclesiásticas.

“Cada Região Eclesiástica possui um bispo designado pelo Colégio Episcopal, que coordena os trabalhos das igrejas e distritos de sua Região. Este bispo é eleito pelo CONCÍLIO GERAL da Igreja Metodista, que se reúne dentro do período regular de quatro anos.
O COLÉGIO EPISCOPAL (Colegiado formado pelos bispos representantes das oito regiões) é o órgão de coordenação, conexidade, liderança e representatividade da Igreja Metodista no Brasil. Ele se organiza elegendo, dentre os seus membros, um presidente, um vice-presidente, um secretário, sendo que os demais se constituem em vogais, ou seja, assessores.”

ontexto, que John Wesley (foto), pastor da Igreja Anglicana, (principal da Inglaterra, na época) juntamente com seu irmão Charles Wesley e outros amigos se reuniam na Universidade de Oxford formando o “Clube Santo”. Orando e jejuando, este pequeno grupo resolveu buscar em Deus a solução para os problemas que aconteciam no país. Como suas reuniões de oração e seus devocionais bíblicos tinham métodos e horários rigidamente seguidos, passaram a ser chamados de Metodistas. 

No dia 24 de maio de 1738 em uma reunião de oração, John Wesley teve uma profunda experiência com Deus, sentiu seu coração “estranhamente aquecido” pelo poder do Espírito Santo. A partir daí, teve a certeza do perdão, da salvação e aceitação de Deus por sua vida. Isso passou a ser o centro de suas pregações, a salvação pela fé em Cristo, o que promoveu um movimento de renovação espiritual, o qual chamava os cristãos a praticarem sua fé, desencadeando também uma mudança na realidade social e política daquele país. A impossibilidade de Wesley pregar em um templo da igreja oficial fez com que nas ruas as pessoas ouvissem a mensagem do evangelho de Cristo. A santidade bíblica e a prática da fé foram alguns dos pilares do nascente metodismo. Cuidavam das famílias pobres, visitavam tanto enfermos como prisioneiros, alfabetizavam as crianças, entre outros programas que iam além do assistencialismo, mas criam na santidade a partir do encontro com o próximo, o propósito era imitar a Jesus.

Os Metodistas no Brasil

Com a estruturação e expansão da Igreja Metodista, no ano de 1835 chegaram ao Brasil os primeiros missionários norte-americanos, Justin Spaulding e o reverendo Daniel Kidder. Mas o trabalho missionário foi interrompido durante a guerra civil norte-americana, tendo continuado a partir do ano de 1867 com os missionários reverendos Junius Newman e John James Ramson, o primeiro obreiro que dedicou-se a aprender o português e a proclamar as boas-novas aos brasileiros. O primeiro salão de culto - antes era uma venda - uma casa pequena, coberta de sapé e de chão batido. A primeira Igreja Metodista do Brasil foi a do Catete, no Rio de Janeiro, fundada em 1878.
 
Em 2 de setembro de 1930 a Igreja Metodista do Brasil proclamou sua autonomia - passou a administrar os seus interesses sem a interferência da Igreja Norte-Americana, e a fazer parte do Conselho Mundial do Metodismo. 
Atualmente, a Igreja Metodista está subdividida administrativamente em oito regiões eclesiásticas.
“Cada Região Eclesiástica possui um bispo designado pelo Colégio Episcopal, que coordena os trabalhos das igrejas e distritos de sua Região. Este bispo é eleito pelo CONCÍLIO GERAL da Igreja Metodista, que se reúne dentro do período regular de quatro anos.
O COLÉGIO EPISCOPAL (Colegiado formado pelos bispos representantes das oito regiões) é o órgão de coordenação, conexidade


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